A fotografia a serviço dos Direitos Humanos
João Roberto Ripper é um homem coerente. Provou isso ao longo de 35 anos, dedicados integralmente a defesa da dignidade humana. Fez de sua arte uma ferramenta a serviço dos Direitos Humanos. Pagou um preço caro por isso. Faliu diversas vezes, outras tantas foi ignorado pela grande imprensa e pelo mercado da fotografia.
Nunca se preocupou com isso. Manteve o foco e a voz mais calma e amistosa que um homem pode ter.
Ripper fez da fotografia um espaço de libertação, de questionamento, de denúncia. Fez da fotografia, principalmente, um espaço de crença na capacidade de se criar um mundo equilibrado.
Recentemente passou a ser reconhecido, premiado, convidado para os circuitos da fotografia, mas manteve-se impassível, ou melhor, coerente.
Idealizador do Projeto Agência-Escola Imagens do Povo em uma das favelas mais violentas e esquecidas do Rio de Janeiro, a Maré, ele ensina muito mais que fotografia.
Ripper é um grande fotógrafo. Não dá pra perder a exposição “Imagens Humanas”, que desde o dia 10 está no Memorial da América Latina, em São Paulo.
São 70 fotos, escolhidas dentre 150 mil, que estão na Galeria do Auditório Simón Bolívar até 02/09/ 2010.
Clique aqui para conhecer mais sobre o Imagens Humanas..
Clique aqui para ler a entrevista de Ripper no Fazendo Media.


